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sábado, 29 janeiro 2005
Académica 0 - 2 Vitória Guimarães
Categoria: 04/05 SuperLiga , Académica , V. Guimarães
O Vitória Guimarães arrancou um precioso triunfo em Coimbra, num jogo globalmente fraco, mas que relança os vimaranenses na luta pelos lugares europeus. Depois de uma semana agitada, o demissionário Manuel Machado acabou por ser a 'figura chave' da vitória vimaranense, conquistada a partir do banco, onde sobressaiu a sua boa leitura de jogo. Do outro lado, Nelo Vingada, apesar de se ter soltado das amarras defensivas, acabou por se revelar precipitado a mexer na equipa, desequilibrando-a. Uma derrota demasiado pesada, num jogo em que era imperioso vencer, deixa a Académica mais longe da manutenção.
Enquadramento. A Académica, última classificada da SuperLiga, com apenas 13 pontos e já a cinco do 15º lugar, tinha pela frente uma partida muito importante para encetar a sua recuperação na tabela classificativa, sendo que a vitória era o único resultado que interessava à Briosa. Pela frente, o Vitória Guimarães a viver período conturbado, com Manuel Machado, que apresentou a sua demissão a meio da semana, a manter-se no comando técnico da equipa. Numa posição tranquila, mas a realizar época irregular, a formação vimaranense, em caso de vitória, poderia encurtar distâncias para o 6º lugar.
Depois de derrotas a meio da semana para a Taça de Portugal, ambas as equipas apresentavam novidades na convocatória: Hugo Leal e Marcel, contratados a meio da semana, foram chamados por Nelo Vingada, que não podia contar com os lesionados Paulo Adriano, Andrade, Nuno Piloto e Pedro Henriques, enquanto que César Peixoto, em situação idêntica à de Hugo Leal e Marcel, surgia no lote de eleitos de Manuel Machado, que tinha nos lesionados Romeu, Alexandre e Medeiros as suas principais baixas, juntando-se ainda o central húngaro Dragóner, devido a uma crise gástrica de última hora.
As tácticas. Ambas as equipas apresentaram-se em jogo com o mesmo esquema de jogo: um 4x2x3x1, com desdobramento ofensivo em 4x1x1x3x1, já que um dos médios centro actuava fixo em frente aos centrais (Tixier na Académica, Flávio Meireles no Vitória Guimarães), enquanto que o outro tinha liberdade para actuar 'box to box' (Hugo Leal, em estreia, na Académica, Moreno no Vitória Guimarães).
Assim, a Briosa surgia mais 'esticada' no terreno, do que tem sido habitual com Nelo Vingada no comando técnico, com uma defesa de 4 - Nuno Luis e Vasco Faísca nas laterais, Zé Castro e Zé António no centro -, um meio campo com Tixier mais fixo e Hugo Leal como médio mais solto, no apoio a um tridente ofensivo formado por Luciano e Kenedy nas alas e Rafael Gaúcho, que actuava nas costas de Dário, a unidade mais adiantada da Académica.
O Vitória Guimarães, por sua vez, apresentava a sua defesa de 4 formada por Alex e Rogério Matias nas laterais, Paulo Turra e Cléber no centro. A meio campo, Flávio Meireles era o médio mais recuado, com Moreno a funcionar como médio mais móvel. Depois, Luiz Mário e César Peixoto, em estreia, jogavam sobre as alas, com Rafael a ser o principal apoio de Elpidio Silva.
15 minutos briosos. 'A tolerância acabou... Idas ao casino; Saídas nocturnas; Festas privadas. Só admitimos um resultado: a vitória'. Foi assim que a Mancha Negra, principal claque da Académica, recebeu a sua equipa. Os primeiros minutos da partida, com a formação de Coimbra a entrar bem em jogo, pareciam ser a resposta a que os adeptos desejavam. Sobressaiu o talento de Rafael Gaúcho, quer em futebol corrido, quer na execução de lances de bola parada, mas também a boa entrada em jogo de Hugo Leal, a fazer bem a ligação entre o meio campo e o ataque. Zé António, após livre de Rafael Gaúcho, criou a primeira situação de perigo, seguindo-se novo livre de Rafael Gaúcho, que obrigou Palatsi a boa intervenção, e, por fim, um cabeceamento de Kenedy ao lado, após centro do inevitável Rafael Gaúcho. Do Vitória Guimarães, algo perdido no terreno do jogo, nem sinal.
Jogo inverte-se. À passagem da vintena de minutos, o jogo começou a inverter-se. Hugo Leal, de forma surpreendente, deu o 'estouro', e criou-se um enorme fosso entre o meio campo e ataque da formção de Coimbra, bem aproveitado pela dupla Flávio Meireles e Moreno, que passou a dominar o centro do terreno. Mas, se faltava precisão no passe, começou a surgir o talento individual dos jogadores do meio campo ofensivo, com Silva, sempre que fugia da zona central do ataque, a criar desequilibrios. Foi assim que, aos 22 minutos, o Vitória criou uma soberana oportunidade de se adiantar no marcador, com o 'Pistoleiro' a ganhar à direita, com Rafael a falhar o desvio ao primeiro poste, e César Peixoto, ao segundo, a fazer o mais dificil: rematar contra Pedro Roma, quando tinha a baliza à sua mercê. Esse lance teve o condão de despertar o ex-portista, que, pouco depois, viu ser-lhe mal assinalado um fora de jogo, quando caminhava isolado para a baliza da Académica. Aos 35 minutos, Peixoto voltaria a protagonizar uma boa jogada ofensiva, com um centro largo a que Rafael, ao segundo poste, não conseguiu dar a melhor sequência, com mérito para Vasco Faísca, que dobrou bem os centrais. Quanto à Académica, só na parte final da primeira parte voltaria a criar perigo, destacando-se um lance de Luciano, bem lançado por Rafael Gaúcho, que apanhou a defensiva vimaranense em contrapé, mas no 1x1 com Palatsi, o guarda-redes francês revelou-se mais feliz, evitando o tento ao buliçoso brasileiro.
Vingada mexe..mal. Com o nulo ao intervalo a aceitar-se, Nelo Vingada com a consciência que só a vitória interessava, fez uma dupla substituição, lançando Ricardo Fernandes e Marcel em jogo, abdicando de Vasco Faísca e do irreconhecivel Dário. A estrutura táctica manteve-se, mas a colocação de Ricardo Fernandes à esquerda do ataque, com o recuo de Kenedy para lateral, foi um verdadeiro desastre, já que para além de estar em má forma, o antigo jogador de Sporting e FC Porto não tem características para jogar nas alas. Quanto a Marcel, o ponta de lança brasileiro que é a aquisição mais cara da história do clube, está com peso a mais e preso de movimentos, o que se compreende, pois está há dois meses sem competir e só chegou a meio da última semana a Coimbra. Como é óbvio, apesar da sua altura e força física, não trouxe nada de novo à equipa.
Tão mau.. Os primeiros 20 minutos da segunda parte foram francamente maus. Muitos passes errados, muito nervosismo, muita vontade, mas pouca ou nenhuma clarividência de parte a parte. A rotina indolente foi quebrada, aos 65 minutos, com um excelente passe de Rafael a isolar Silva, com Pedro Roma a sair dos postes e a fazer a mancha, sobrando a bola para César Peixoto, que, em excelente posição e com Roma batido, rematou com muita força e sem colocação. Na resposta, a Académica surpreendeu em contra-ataque, com um remate cruzado de Luciano, a que Palatsi correspondeu com uma boa defesa.
Substituição decisiva. Pouco depois, Manuel Machado efectuou a sua primeira substituição, lançando Marco Ferreira em jogo, após larga ausência por lesão. Colou-se à direita, e face à saída de Rafael, Luiz Mário passou para o meio. E só foram precisos seis minutos para o Vitória Guimarães se colocar em vantagem. Já depois de Silva, por duas vezes, ter obrigado Pedro Roma a defesas de recurso, Luiz Mário, com um passe soberbo, isolou Marco Ferreira, que, com um remate violento, bateu o desamparado guardião da Académica.
Machado vence duelo de professores. Nelo Vingada não tardou em lançar Joeano, passando a jogar com 2 avançados, abdicando de Tixier, o único médio que recuperava defensivamente, já com Hugo Leal há sessenta minutos a arrastar-se em campo. Machado, com leitura perfeita do jogo, lançou Zé Nando para a lateral esquerda, colocando Rogério Matias como terceiro central, anulando a substituição de Vingada. O Vitória Guimarães tinha espaço para contra-atacar, mas não o fazia da melhor forma, com a equipa vimaranense a revelar-se algo exasperada com o lento passar dos minutos. Quanto à Académica, a equipa estava partida, e a aposta já passava pelo chuveirinho para a área, onde Marcel só ganhava bolas recorrendo a faltas, e nem a presença de Zé António, novamente solução de recurso para ponta de lança em situação de desespero, criava instabilidade ao último reduto vimaranense. Seria de livre, após falta inexistente sobre Ricardo Fernandes, que Rafael Gaúcho, com uma excelente execução, enviaria a bola ao ferro da Palatsi, na melhor oportunidade da Académica em toda a partida. Só que Manuel Machado apostaria ainda em Tiago Targino, que, já em descontos, aproveitou um erro clamoroso de Zé Castro, para com toda a tranquilidade fazer o 0-2 final.
Prólogo. Depois de uma semana dificil, Manuel Machado saiu por cima na deslocação a Coimbra. Foi graças à sua leitura de jogo que o Vitória Guimarães venceu e relançou-se na corrida europeia via SuperLiga, dando autênticos golpes académicos ao seu colega Nelo Vingada, que continua pouco feliz no regresso a relvados nacionais. O jogo de hoje afigurava-se como decisivo para encetar a dificil caminhada para a manutenção, que, apesar do fortalecimento do plantel, parece, cada vez mais, uma miragem. Fraca arbitragem de Paulo Pereira, ainda que sem influência no resultado final.
O duro: Flávio Meireles. O médio mais recuado dos vimaranense, sentiu bastantes dificuldades com Rafael Gaúcho, e, em várias situações, só o conseguiu travar recorrendo à falta. Exibição dura e musculada de Flávio Meireles, que, no entanto, mostrou sempre grande capacidade e disponibilidade física, que viria a revelar-se bastante importante, sobretudo na etapa complementar.
Que pesadelo!: Ricardo Fernandes. Não foi o único a protagonizar uma má exibição e tem até como atenuante o facto de não ser médio ala esquerdo. Só que era dificil jogar tão pouco e tão mal.
O dandy: Marco Ferreira. Entrou e, seis minutos depois, fez o golo que abriu o marcador. Há muito tempo afastado dos relvados, devido a lesão, entrou com muita vontade de mostrar serviço e, na verdade, agitou o jogo e criou desequilibrios. Pode ter sido o mote para uma boa segunda volta.
O Melhor em Campo: Rafael Gaúcho. Pode parecer estranho destacar um jogador da equipa derrotada - ainda por cima em casa e por 0-2 -, mas foi este médio ofensivo brasileiro a melhor unidade sobre o relvado do Municipal de Coimbra. Esteve na génese das (poucas) oportunidades de perigo da Académica e, na superior execução de um livre, esteve perto do 1-1, ao minuto 89. Era um prémio mais do que justo para a sua exibição.
Ficha do Jogo:
Árbitro: Paulo Pereira (Viana do Castelo)
ACADÉMICA (0)
Pedro Roma - Nuno Luís, Zé Castro, Zé António, Vasco Faísca (int' Ricardo Fernandes) - Tixier (79' Joeano) - Hugo Leal - Luciano Fonseca, Rafael Gaucho, Kenedy - Dário (int' Marcel).
Suplentes: Dani, Danilo, Dionattan, Ricardo Fernandes, Filipe Sarmento, Joeano, Marcel.
VITÓRIA GUIMARÃES (2)
Palatsi - Alex, Paulo Turra, Cléber, Rogério Matias - Flávio Meireles - Moreno - Luiz Mário (84' Zé Nando), Rafael (69' Marco Ferreira), César Peixoto (89' Tiago Targino) - Elpídio Silva.
Suplentes: Miguel, Bessa, Zé Nando, Sanibal Orahovac, Ivan Djurdjevic, Marco Ferreira, Tiago Targino.
Golos:
75' Marco Ferreira (0-1), assistência: Luiz Mário
90'+3' Tiago Targino (0-2)
Cartões Amarelos:
ACA: Tixier (36'), José António (55').
VG: Flávio Meireles (17'), Alex (32'), Elpídio Silva (82'), Luiz Mário (84').
Publicado por rui malheiro às 23:34
Comentários
Rui, o Vasco e o Dário saíram por dificuldades físicas, mas de facto havia melhores soluções para os seus lugares.
#1 | Comentado por: Luís Viegas | 24 de outubro de 2005 às 21:14
Dass!!!
Kd 1 gajo joga mal,perde...kd 1 gajo joga bem,perde na mm...!!!Isto n anda a correr nada bem!!!m a sorte ade mudar!!!
Bem,ao menos hj o gajo utilizou 1a tactica decente...kos jogadors ks todos nas posiçoes deles!!!E ate a utilizaçao do faisca a defesa eskerdo s compreende d inicio...é preciso gajos forts e altos e o fredy é 1 pixote!!!e percebeu kele tava a jogar mal e tirou-o e arriscou!!!
E ate a substituiçao do R.fernandes s compreende...qq pessoa na posilao dele faria o mm...so espero k tenha aprendido ko erro e n o ponha mais em campo!!!
so mais uma ultima nota...a grande invasao vimaranense a coimbra,tao falada neste blog,eskeceu-se d aparecer...os insane eram 7 inteirinhos keu bem os contei...os wa falam falam falam k sao os maiors,m ka poucos aparecem!!!
Força briosa
#2 | Comentado por: guedes | 24 de outubro de 2005 às 21:14
Podem dizer que é uma desculpa para a derrota mas, as arbitragens manhosas a favor do Vit. Guimarães lá voltaram.
1º 5 minutos de descontos?!? só na recuperação da lesão (?) do Palatsi foram 4.
2º Uma mão na área do Guimarães. Na 1ª volta, marcou-se um a favor deles, por bem menos.
3º O 1º golo nasce de uma falta marcada "ao contrário".
4º Ficaram muitos amarelinhos por mostrar aos meninos de Guimarães.
Depois, os adeptos do Guimarães que me desculpem, mas isto é um clube para a Europa?!? Um clube que faz um anti-jogo daqueles, constantes simulações de lesões, eu sei bem o que merecia.
E então, a tão falada avalanche de adeptos de Guimarães que tanto andaram a apregoar? Coitadinhos que as claques quando chegaram, era só ve-los encolhidos no meio da escolta policial, quando a claque da casa os foram "receber".
#3 | Comentado por: Alexandre Oliveira | 24 de outubro de 2005 às 21:14
Espero q esta derrota tenha ajudado a "carimbar" o vosso bilhete para a 2ª liga.
#4 | Comentado por: Joao | 24 de outubro de 2005 às 21:14
IDE PARA A 2ª MEUS FILHOS DA PUTA
#5 | Comentado por: vsc_até_morrer | 24 de outubro de 2005 às 21:14
O nível das pessoas que costumam apoiar o Guimarães está bem demonstrado no último comentário. Outra coisa engraçada foi o facto de se ver meia dúzia de gatos pingados a apoiar o Vitória de Guimarães em Coimbra, quando os adeptos desse clube costumam gabar-se de ser dos clubes que "arrastam" um maior número de adeptos... Quanto aos insultos que dirigiram à Briosa desde que chegaram ao estádio, é o normal dessa gentalha miserável que compõe as claques do Vitória de Guimarães.
No que respeita ao jogo em si, vi uma Académica a entrar sem medo e a jogar relativamente bem, com um Hugo Leal em bom plano. A partir dos 20 minutos deixou de dominar tanto mas, mesmo assim, era a melhor equipa em campo. Na segunda parte tudo se desmoronou quando o Vingada se lembrou de colocar em campo o Ricardo Fernandes. Por favor, nunca mais ponham esse gajo a jogar. DISPENSA IMEDIATA!!!!! Sempre que esse senhor entra em campo a equipa deixa de jogar!
Quanto ao facto da possível descida da Briosa, é, cada vez mais, uma realidade que temos de encarar. No entanto, apesar de estar triste com a situação, não é coisa que me faça desistir ou que me faça deixar de ir ver os jogos Académica. Já estivemos muitos anos nas divisões secundárias e o clube nunca perdeu a sua mística, nem o número de adeptos que o apoiam diminuiu.
#6 | Comentado por: Pedro Santos | 24 de outubro de 2005 às 21:14
Pedro Santos, verdade seja dita, a Academica até entrou bem mas o vsc jogou melhor, houve oportunidades repartidas para ambas as partes, mas as melhores foram do vsc, quanto ao clube (não perdeu adeptos) a verdade é que tambem não os ganhou.
Quanto a não seguirem mais adeptos a Coimbra, lê o Blog MEGAFONE tens lá a explicação.
Sou de Guimarães e lamento o comentario do vitoriano acima, foi infeliz.
#7 | Comentado por: albertoleite | 24 de outubro de 2005 às 21:14
biba! nao resisto a comentar essa do:"as claques quando chegaram, era só ve-los encolhidos no meio da escolta policial, quando a claque da casa os foram "receber" so pode ser para rir desculpa lá.. por favor..nao enganes quem nao tava presente.. falam em mentalidade e tal mas a saida do jogo estavam la uma cambada d miudos a correr ao lado das camionetas a insultar..enfim..tristes..e o resto é historia..
#8 | Comentado por: pois é.. | 24 de outubro de 2005 às 21:14
Caro Pois é..
Eu sou-te muito sincero, também corri desde a bancada nascente até à rotunda das palmeiras, onde toda a "comitiva" esperava pelos autocarros. Eu estava lá com uma pedra de calçada na mão e tenho 27 anos. Não sou nenhum puto. Sabes para onde ia a pedra, se a PSP não desviasse os autocarros, não sabes? Estavam lá muitos elementos bem mais velhos do que eu.
Eu posso tolerar muita coisa. Posso tolerar os acontecimentos ocorridos com a mais antiga das claques de Guimarães em anos anteriores. Mas não posso tolerar que digam "Briosa é merda" no meu próprio estádio.
Gente como a vossa, não merece qualquer respeito. Sois mesmo um povo de merda! Dou-te o exemplo. Antes do Natal, fui com a minha namorada visitar Guimarães em Turismo. Por infelicidade minha transportava comigo uma mochila da AAC, que eu tanto adoro. Tu nem imaginas o quanto fomos maltratados e as bocas reles que tivemos que ouvir. Eramos para ficar lá dois dias. Ficamos 1. Sabes onde foi passar a noite e passear no dia seguinte? A Braga. Mas porra, que diferença. Não sabia que 20 km's eram o suficiente para tanta diferença. A malta de Braga, quando via a mochila só me perguntavam se era adepto da Académica, e que desejavam muita sorte à equipa, pois é um clube que merece.
Acredita ou não, Guimarães foi riscado do meu mapa "turístico". Uma cidade daquelas, não merecia um povo daqueles.
Cumprimentos,
Alexandre Oliveira
#9 | Comentado por: Alexandre Oliveira | 24 de outubro de 2005 às 21:14
No teu estádio não podes ouvir "briosa é merda", mas qd vêm cá a Guimarães , já podem gritar "Guimarães é merda".. Q diferença.. E depois , Entre Vitória e Académica há rivalidade , braga e académica não. Eu não levaria uma mochila do Vitória para coimbra senão arriscava-me a ouvir o mesmo que tu. E é claro q depois é preciso ter sorte nas pessoas que se encontram , porque infelizmente , "energumenos" há em todo o lado.. Cumprimentos.
#10 | Comentado por: Joao | 24 de outubro de 2005 às 21:14
E levar uma pedra na mão para atirar aos autocarros adversários é sempre uma boa maneira de começarmos a resolver os problemas. Parabéns! Assim vamos longe..
#11 | Comentado por: Joao | 24 de outubro de 2005 às 21:14