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segunda-feira, 28 fevereiro 2005
Estoril frente ao Sporting
Categoria: 04/05 SuperLiga , Estoril
O melhor do Estoril:
Jorge Baptista – Sofreu quatro golos, mas não teve culpas em nenhum, além de que evitou outros tantos. Sempre bem a jogar entre os postes, foi um dos que menos fez por merecer tal resultado.
Rui Duarte – Não começou bem, tendo sentido dificuldades no primeiro tempo perante os adversários no seu raio de acção e pelo posicionamento defensivo da equipa canarinha. Subiu de rendimento com o desenrolar da partida, efectuando algumas subidas pelo corredor direito.
Buba – Todo força, pouco jeitoso em termos técnicos. Alguns erros a complicarem a tarefa colectiva do Estoril. Saiu ao intervalo por questões tácticas.
Amoreirinha – Exibição intermitente. Não esteve sempre bem, teve mesmo alguns lances em que poderia ter feito mais e melhor, mas no cômputo geral revelou-se eficaz. Terminou em perda e esteve envolvido no lance da grande penalidade.
Dorival – Bom início de jogo, onde ganhou algumas bolas no sector mais recuado do Estoril e tentou conduzir a equipa para a frente. Na segunda parte, depois de se ter lesionado parece nunca mais se ter encontrado.
João Pedro – Andou perdido, mas encontrou-se rapidamente. Teve uma segunda parte de bom nível, onde fechou bem a faixa esquerda da sua defensiva.
Paulo Sousa – Tem um papel importante à frente da defesa. O problema é que comete faltas em excesso e prejudica a sua própria actuação por isso, uma vez que vê as suas acções limitadas. Acabou substituído.
Elias – Foi lutador mas pouco regular. Cometeu erros em demasia na zona intermediária e teve alguns lapsos momentâneos.
Pinheiro – Muita garra na disputa da bola, mas só. Não teve arte e engenho para manietar os seus adversários no miolo. Alguns remates disparatados a juntar a tudo o resto.
Fellahi – Mal, muito mal. Um ou outro pormenor de interesse técnico não escondem a fragilidade da exibição do jogador número quinze do Estoril.
Arrieta – Começou mal, muito desapoiado e com acções precipitadas. Melhorou com o evoluir da partida, mas nunca foi capaz de inventar algo capaz de colocar Ricardo à atenção.
Hugo Santos – Entrou ao intervalo, mas saiu ainda antes do fim, cedendo o seu lugar a Moses.
Vargas – Entrou e quase marcou, à semelhança do que fizera ante o Penafiel. Nessa ocasião, valeu Ricardo ao Sporting.
Moses – Preparava-se para entrar com o resultado ainda em 1-0. Entrou já com o 2-0. E quando terminou o jogo o resultado era de 4-0.
Publicado por nuno almeida às 23:36
Comentários
Quando o amigo Litos criticou alguns jogadores do Estoril, deveria fazer primeiro uma autocrítica, pois quem errou mais foi ele!.....A tática edializada por ele sai furada e demorou uma eternidade a fazer as devidas correções, há muitas coisas a serem explicadas e uma delas foi ter ordenado ao Fellahi a marcar o Liedson nos cantos e livres onde se previam cruzamentos, ora o Fellahi é muito bom tecnicamente mas o jogo de cabeça é fraco, a marcar um predestinado no jogo aéreo como o Liedson..... Outra, não seria mais facil recuar o Elias no campo e deixar o Amoreirinha de fora do que perder o meio campo e não ter homens na frente para atacar; com os erros se aprende.....Mas já são erros a mais, é melhor ficar por aqui, o amigo Litos depois do jogo sabe quais são...... Hà que saber inventar, não é só inventar...............Saudações Canarinhas.
#1 | Comentado por: Manuel Contente | 24 de outubro de 2005 às 21:13