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terça-feira, 3 maio 2005
Tarde? Nunca
Categoria: Col: André Viana

O FC Porto está a jogar bom futebol. Ainda marca pouco, ainda revela fragilidade mental, ainda sofre na defesa. Todavia, o rendimento crescente de algumas unidades tem elevado a qualidade de jogo. Tarde demais, dizem alguns. Como sou um optimista, regozijo-me com os progressos e acho que este é um bom tónico para sair para férias e regressar com vontade de dar continuidade ao trabalho que Couceiro vem fazendo. Não é nenhum génio mas é o meu preferido para liderar o próximo FC Porto.
Aquela primeira parte foi a melhor do ano do FC Porto. Finalmente, muitos meses depois de iniciada a competição, parece surgir uma fase de melhoras, uma perspectiva de crescimento rumo ao sucesso, seja já nesta época, seja na temporada vindoura. Couceiro não teve tempos fáceis no Dragão - herdou uma equipa que não escolheu, alguns egos complicados de moldar, um cenário de depressão e descrença. Não fez milagres! Trabalhou, foi deixando transparecer algumas debilidades no processo de reanimação do conjunto mas está a acabar a época com trabalho feito. Couceiro não é um génio mas é alguém dedicado, que entende a importância da componente psicológica, que procura estar próximo dos jogadores. Não se afasta na hora de dar a cara pelos momentos difíceis, não tem medo de usar palavras feias, é um profissional sério e creio, contrariamente ao que se diz, que tem carisma. Não faz sentido falar em nomes para o banco portista, muito menos vindos de fora e com pouco ou nada provado no futebol. Couceiro conhece o plantel, conhece o mercado preferencial para mexer, sabe já quem lhe pode dar garantias e quem não está para servir os interesses do clube. Por tudo isto, e voltando a ressalvar que o ex-Setúbal não é nenhum predestinado para a arte, ele é para mim o mais sério candidato a suceder a ele mesmo. Que a construção do plantel passe sobretudo por ele, que as férias sejam suficientes para curar corpo e mente (não me parece que a digressão asiática ajude), que a pré-época seja bem planeada e conte, desde o seu início, com a esmagadora maioria do plantel definitivo. Feito isto, sim, é a Couceiro que temos de pedir explicações. Para o bem e para o mal...
Dizia, então, que a primeira parte da recepção ao Marítimo foi topo de gama! Nem tudo vai bem no plano defensivo, sobretudo no último terço, que até nem foi muito solicitado devido ao excelente rendimento de Ibson, Costinha e até de Diego. Viu-se um esquema sem bola muito pressionante, normalmente em zonas avançadas e que facilmente davam lugar a venenosos contra-ataques. Com efeito, o FC Porto cresceu sobretudo no miolo. Jogou-se pouco para trás, jogou-se pouco em arrastamento. Diego esteve anos-luz acima do que tem rendido (já estivera bem em Aveiro), actuando em progressão com a bola controlada, fazendo a circulação vertical da mesma, acertando no passe longo (ver desmarcação para Postiga no lance do golo). Por ser divergente do habitual, a actuação de Diego leva a mais reflexões do que a do colega Ibson, que voltou a exibir a sua mestria e a encantadora forma como trata a bola. Ibson é mesmo craque e prevê-se que renda ainda mais quando o colectivo estiver a um nível elevado, o que deve ser altamente preocupante para os adversários. Benni também já esteve bem melhor relativamente ao que fizera ante o Beira-Mar e mostra ter com Postiga aquilo que nunca se lhe viu actuando com Fabiano – entrosamento. Por último, uma nota para Bosingwa. Tirando Ibson, que só chegou em Janeiro, o ex-Boavista foi o mais regular da época portista. Níveis de dedicação sempre no máximo, seja em que posição for, seja face a que adversário for. Bosingwa disfarça alguma falta de jeito com uma dedicação tremenda e ele será, por isso mesmo, um justo vencedor de um dos Dragões de Ouro relativos a esta temporada. Bosingwa é jogador à Porto...
Nem tudo está bem! Se o rendimento em campo pode melhorar (sobretudo na defesa e na eficácia do remate), a performance fora dele também tem deixado a desejar. Benni levanta, volta e meia, rumores sobre o seu futuro no clube e isso não é saudável – nem para o grupo nem para o atleta. Mas com um empresário daqueles... Ora, a semana passada Maniche veio reclamar ter sido utilizado em condição física deficiente. Tinha de Maniche, pelo menos até há uns meses, a ideia de que seria capaz de jogar com menos uma perna e sem os tais indesejados braços – que só prejudicam. Infelizmente, este não é mesmo Maniche que os portistas se habituaram a ver. Pelo que esteve bem Couceiro ao defender a honra das equipas técnica e médica. Duvido que Maniche continue em Portugal para a próxima temporada e tenho imensa pena que tenha escolhido sair de um clube que lhe está grato pela porta pequena e de forma tão inglória. Estou certo de que toda a massa adepta portista lhe renderia um enorme aplauso e um enorme obrigado mas o grande e imbatível Maniche assim não quer. Pena! Quanto a outras saídas, parece certa a de Fabiano (Licha está contratado, Moraes e Almeida devem fazer pré-época pelo menos, Postiga fica e até será possível que Benni também. Esqueci algum?). Também Seitaridis terá sido riscado do plantel para a próxima temporada. Ora, desconhecendo outros motivos que não os do rendimento em campo, posso dizer que tenho pena que assim aconteça. Seitaridis não foi o craque que se viu aquando do Euro mas quem não teve os seus erros esta época? Digam-me que tem mercado (sobretudo em Gelsenkirchen) e que os números são altos mas não creio ser justo duvidar da entrega e do profissionalismo do grego. Caso saia, um muito obrigado para Seitaridis.
Fugindo ao tema, uma nota final para o Estoril Open deste ano. Portugal tem por hábito lançar novos nomes para a alta roda do ténis internacional, algo que se conseguiu com Nalbandian em 2002, com com Davydenko em 2003, com Florian Mayer, Richard Gasquet e com o próprio Rafael Nadal em 2004. Todavia, o quadro deste ano era bem mais propício a confirmações do que a novas aparições (como me confessou João Lagos) e não foi, por isso, uma novidade que as atenções se tenham centrado em Gaudio, Robredo, Moya e até Ferrero. Importa notar a qualidade do quadro mas também alertar para a urgência de novas instalações para o torneio, o que só o pode tornar mais atraente e apetecível para outros nomes. Todavia, é bom notar que 2005 contou com quatro vencedores de Roland Garros e é bem provável que vejamos estes jogadores nos encontros decisivos do Grand Slam francês. Relativamente ao ténis jogado, todos parecem estar ainda longe do nível que se pretende para a temporada de terra batida. Gaudio sofreu no primeiro encontro mas foi crescendo até acabar com um ténis bem mais sólido, muito forte do fundo do court e com acelerações de direita interessantes. Também Robredo esteve bem neste capítulo, ainda que não saiba dosear a intensidade do seu jogo. Moya jogou lesionado a meia-final mas está com um ténis muito defensivo e precisa de colocar mais intensidade na sua actuação. Ferrero ainda recupera de um ano de inactividade e a alcunha “Mosquito” parece estar suspensa. Falta-lhe rapidez, falta-lhe consistência na esquerda e até no serviço, falta-lhe explosão e até força psíquica. Parabéns à organização...
Publicado por andré viana às 16:37
Comentários
Bom futebol?
O fcp ganha com um golo em fora de jogo de mais de 2 metros. Um absurdo, uma anormalidade mesmo em termos de erros arbitrais graves, com ou sem fruta.
Depois, vê um golo bem anulado, com 2 jogadores em fora de jogo no raio de acção da bola, e ainda protestam.
Depois vê-se um ridiculo penaltie sobre postiga, onde nem sequer há qualquer falta, e mesmo que houvesse, seria bem fora da área.
Como se não bastasse, a cereja no topo do bolo, a expulsão forçadíssima de Briguel, capitão da equipe adversária.
Ou seja, um penaltie inventado, um golo ilegal uma expulsão de um adversário injustificada.
Que mais faltaria?
E isto é que é bom futebol?
Para cúmulo o Marítimo já não joga para nada. Sem motivação, tem um treindador de recurso e a prazo. E, mesmo assim, ainda esteve muito perto de empatar.
Se isto é o bom futebol do fcp, o que será o mau?
Espero que o treinador do Basket, a quem deram o Dragão de ouro, ponha a equipe a jogar bom basket. Ao menos isso.
#1 | Comentado por: AdrianoPinto | 11 de junho de 2006 às 00:12
Para alem dos lances descritos no comentário anterior, resta acrescentar mais uma agressão do J. Costa que é punida com amarelo (porque será que os arbitros têm tanto medo de expulsar o J.Costa?)...
#2 | Comentado por: Alex Caetano | 11 de junho de 2006 às 00:12
Sim, realmente a falta de pudor dos responsáveis portistas chega ao extremo de se acharem prejudicados pela arbitragem.
Lembrar-se-ão os amantes do verdadeiro futebol o decorrer de todos os campeonatos dos últimos 23 anos(eu só tenho 10 ou 11 em mente). Se é tão verdade que o SLB é quem domina a arbitragem porque será que à 11 anos não ganha um título de campeão?
#3 | Comentado por: Pedro Neto | 11 de junho de 2006 às 00:12
Concordo com o André Viana. Quem realmente viu o jogo, e só assim o pode comentar, viu um FC Porto muito rápido e unido na primeira parte, chegando mesmo a ser empolgante. Bosingwa é um jogador que dá tudo o que tem em campo, mas esteve algo infeliz no Domingo, pois perdeu em antecipação por várias vezes na defesa e não se aventurou no ataque com a velocidade que lhe é característica.
Quanto aos comentários do adrianopinto e do alex caetano, um só conselho: tirem as palas que o jogo já acabou há mais de 48 horas.
#4 | Comentado por: José Teles | 11 de junho de 2006 às 00:12
Nada a dizer quanto à dedicação de Bosingwa mas neste jogo quase não subiu no terreno, ao contrário de Leandro, que o fez a preceito e me parece bom jogador.
Mandar embora Seitaridis seria um erro da dimensão da dispensa de Rossato. É normal os jogadores sofrerem baixas de rendimento no ano a seguir a um torneio internacional - veja-se Costinha, veja-se Maniche.
Apesar de a defesa ser a segunda menos batida, precisamos de defesas centrais. A «recompra» de Jorge Andrade deve ser impossível mas seria golpe de mestre.
Benni será uma perda para a Superliga - Um dos poucos jogadores que merecem reconhecimento internacional.
Diego era a minha escolha ideal para suceder a Deco e penso que em nenhum momento esteve em dúvida o seu valor - com esta idade Deco não assumia o jogo com esta confiança e desenvoltura.
Não creio que a primeira parte tenha correspondido à melhor exibição da época - recordo, por exemplo, a primeira parte em Leiria, com Fernandez.
Quanto a Couceiro, penso que revela incompetência e incoerência: diz que vai jogar a Milão com ambição e apresenta-se com um esquema ridículo de três centrais, sem um mecanismo credível de transição defesa-ataque, abandonando Benni e Cláudio às feras - e depois crucificando implicita e cobardemente o segundo, o que contraria a nossa filosofia "perdem todos, ganham todos"; diz que o jogo do Bessa é para ganhar e assiste impávido e sereno à vantagem do Boavista, fazendo substituições de avançado por avançado; etc, etc...
Para mim o treinador ideal seria Martin O'Neal: sabe o que é ganhar campeonatos em que é necessário manter a motivação nos jogos com os pequenos e ao mesmo tempo sabe preparar a equipa para os jogos decisivos - recordemos que a final de Sevilha foi bem mais difícil que a de Gelsenkirchen; o Celtic joga com a entrega total que gostamos de ver no Porto e tem saúde física para dar e vender; foi capaz de «domesticar» e por a render uma vedeta turbulenta como é Craig Belamy. Tem agilidade para alterar os esquemas tácticos.
Mas... ninguém deve estar a pensar nele nem creio que quisesse vir...
#5 | Comentado por: Nuno Silva | 11 de junho de 2006 às 00:12
O que se passou por exemplo no jogo do FCP que passou despercebido aos média e ao Presidente do Sporting? Aos 37 minutos Manduca é empurrado na grande área por Pedro Emanuel com um toque de coxa, o árbitro mal posicionado não assinala grande penalidade (lei 12) mas sim cartão amarelo ao Manduca por entender – apesar de estar mal posicionado – que o jogador fizera simulação (penalizações previstas na lei 12). Erro duplo do árbitro. Aos 73 minutos expulsa Briguel por ter tocado com mão na bola num lance em que a sua equipa estava a atacar (!). Para lhe mostrar o 2º cartão amarelo, o árbitro teve de considerar “comportamento anti-desportivo”. Novo erro. Aos 71 minutos Tonel leva cartão amarelo num tacle em que primeiro tocou na bola e depois no adversário. Situação prevista nas Regras de Arbitragem, lei 12, novamente mal posicionado, novamente erro contra o Marítimo. A não ser que o árbitro tenha considerado que o jogador maritimista jogou de “maneira perigosa”, situação prevista na lei 12 com livre indirecto mas sem amostragem de cartão amarelo. A cereja no topo do bolo, foi um pontapé de Jorge Costa a um adversário que para variar o árbitro voltou a não ver. Nem ele nem nenhum dos assistentes.
Sejamos claros nesta apreciação. Bem ou mal posicionado, o árbitro do FCP-Marítimo coleccionou uma série de pequenos e grandes erros contra o Marítimo, com maior ou menor influência no resultado. Um golo mal validado, já referido no texto anterior e julgamentos de natureza disciplinar em claro favor ao FCP. Porque não afirmou Dias da Cunha que “o FCP foi escandalosamente beneficiado e o Benfica não lhe ficou atrás”? (continua)
#6 | Comentado por: AdrianoPinto | 11 de junho de 2006 às 00:12
Esqueci-me de mencionar. O Texto pertence ao site:
e é da Autoria de Luis Beleza, um grande benfiquista.
#7 | Comentado por: AdrianoPinto | 11 de junho de 2006 às 00:12
Sr. Adriano Pinto, leio no seu anterior comentário que tenciona continuá-lo! Peço-lhe que reconsidere... Caso não consiga demonvê-lo, lembro-lhe só que o árbitro do FC Porto-Marítimo negligenciou uma falta do jogador Ibson sobre o jogador Chaínho junto à linha lateral madeirense. Pior do que isso, esse lance viria a resultar no golo do FC Porto 24 ataques depois. Inadmissível.
#8 | Comentado por: André Viana | 11 de junho de 2006 às 00:12
Pedro Neto:
Não será porque, nestes últimos anos, para eles a bola foi assim um bocado a fugir para o quadrado?
#9 | Comentado por: Vandelart | 11 de junho de 2006 às 00:12
Vandelart:
Então esclarece-me a teoria de todos os anti-benfica.
O Benfica está a ser levado ao colo, não joga nada e existe uma cabala a favor das vitórias do SLB. É +- isto, certo?
1 - Então antes jogava ainda pior e por isso agora, mesmo jogando mal, já merece o 1º lugar?
2 - Se joga a mesma coisa que antes porque só agora está em primeiro, antes não comprava os árbitros?
3 - Se de facto compra os ábitros porquê o Apito dourado só menciona um ex-presidente do Boavista e o actual do FC Porto. (Atenção: O Pinto da Costa é arguido por indicios de corrupção, acho que isto tá um bocado esquecido!!)
Para aqueles que, ignorantemente, dizem que o SLB foi beneficiado no tempo do regime fascista aconcelho-os a ler história e verifcar que o que acontecia em muitas situações era o contrário devido ao facto do SLB ser demasiado democrático para a altura (Havia eleições, o que ainda hoje não acontece nalguns clubes da nossa praça).
#10 | Comentado por: Pedro Neto | 11 de junho de 2006 às 00:12
Pedro Neto:
Bom, dou de barato: a Institutição, nos últimos 10 anos, só não foi campeã por causa dos árbitros. Certo, certinho.
Então, explica lá aqui ao pessoal, o que é que se passou a nível internacional? Qual foi ou foram as equipas, por essa Europa fora, que compraram os àrbitros, prejudicando a Instituição?
É que são muitos anos a levar 7-0, 3-0, a serem constatemente eliminados na pré-eliminatória da Liga dos campeões, a serem afastados por equipas que ninguém já se lembra do nome... é muita fruta!
Quem serão esses malditos que compraram os ábitros e, desta forma, afastaram a mais que certa conquista ininterrupta de trofúes uefeiros?
Uma lástima... ai se não fossem esses malditos, que gloriosa que era a Institutição!!
P.S. A propósito, veja-se este texto do Ferreira Fernandes, no Correio da Manhã - http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=158693&idselect=93&idCanal=93&p=
#11 | Comentado por: Vandelart | 11 de junho de 2006 às 00:12
Pedro Neto:
Bom, dou de barato: a Institutição, nos últimos 10 anos, só não foi campeã por causa dos árbitros. Certo, certinho.
Então, explica lá aqui ao pessoal, o que é que se passou a nível internacional? Qual foi ou foram as equipas, por essa Europa fora, que compraram os àrbitros, prejudicando a Instituição?
É que são muitos anos a levar 7-0, 3-0, a serem constatemente eliminados na pré-eliminatória da Liga dos campeões, a serem afastados por equipas que ninguém já se lembra do nome... é muita fruta!
Quem serão esses malditos que compraram os ábitros e, desta forma, afastaram a mais que certa conquista ininterrupta de troféus uefeiros?
Uma lástima... ai se não fossem esses malditos, que gloriosa que era a Institutição!!
P.S. A propósito, veja-se este texto do Ferreira Fernandes, no Correio da Manhã - http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=158693&idselect=93&idCanal=93&p=
#12 | Comentado por: Vandelart | 11 de junho de 2006 às 00:12
Tendo em consideração e sendo verdade que o futebol tem uma grande percentagem de carácter emocional chegamos facilmente à conclusão que se uma equipa é constantemente prejudicada pela arbitragem tem dificuldade em se erguer elutar por resultados.
Faço-te ainda uma regra de 3 simples:
O Porto ganha o campeonato logo vai à liga dos campeões. Se vai à liga dos campeões recebe mais dinheiro de prémios. Quanto mais dinheiro tem melhores jogadores pode adquirir logo fica mais forte para o campeonato. Acho que é muito fácil entender.
Se não estiveres para aqui virado...
PS: Acho ridículo chamares instituição ao Benfica. Achas-te superior por teres essa atitude de gozo?
Cego não é o que não vê, é o que não quer ver!!
Até parece que nunca viste as escandalosas arbitragens do Porto, do tipo o Baía jogar a bola com as mãos fora-da-área, as agressões do Jorge Costa, os golos em fora-de-jogo. Onde é que tens estado nestes últimos anos, pá?
Mas eu compreendo-te. Se fosse o meu clube também me estava marimbando para isso e queria ganhar sempre. Afinal, é assim a natureza humana.
Cumprimentos.
#13 | Comentado por: Pedro Neto | 11 de junho de 2006 às 00:12
Claro está que esta teoria apresentada não tem efeitos no Boavista ou no Sporting, só na malograda Instituição.
É que, de facto, se não fosse o Porto, não temos dúvidas: a Institutição acumulava títulos europeus! Seguidos! Parta trás ficariam aqueles roubos de igreja com a Lázio e Anderlecht, ou mesmo o encontro imediato de 7º grau com o Celta de Vigo.
Resumindo e concluindo: O Porto ganharia campeonatos - uma roubalheira! - vai à Liga dos Campeõs. Conclusão: o Boavista atinge meias finais da Uefa, o Sporting atinge uma final da UEFA, o Porto venca uma UEFA e uma Liga dos Campeões e a Instituição... bem, a Instituição é escandalosamente prejudicada pelo Porto e, nessa medida, é invariavelmente afastada.
È caso para dizer: malvados!!
#14 | Comentado por: Vandelart | 11 de junho de 2006 às 00:12