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quarta-feira, 21 setembro 2005
In-seguros
Categoria: U. Leiria , V. Guimarães , V. Setúbal
Recebi centenas de telefonemas a aconselhar-me a ter calma, a apoiar-me. E sobre isso quero garantir que não recebi nenhum telefonema de treinadores a oferecer-se, nem tão pouco pensei em algum nome para substituir o nosso técnico. (Vítor Magalhães, presidente do Vitória de Guimarães)
Para nós, resultou claro da conversa que tivemos com Luís Norton de Matos que este não pretendeu, objectivamente, beliscar a dignidade de todos quantos, no dia-a-dia, dão o seu melhor pelo Vitória de Setúbal. A partir deste momento, está definitivamente encerrado o tema. (Chumbita Nunes, presidente do Vitória de Setúbal)
José Gomes é o treinador da União de Leiria. Nós não somos orientados nem administrados de fora para dentro, mas sim de dentro para fora... Por isso, garanto que José Gomes é o treinador do Leiria, e não percebo porque se fala do contrário na Imprensa. (João Bartolomeu, presidente da União de Leiria)
Publicado por rui malheiro às 09:50
Comentários
Começam os dias complicados para os treinadores com piores resultados. Se quanto a Pacheco e Juca se exigia mais, Norton de Matos tem conseguido bons resultados para o plantel que tem e José Gomes está a fazer o que se esperava com o plantel que o Leiria tem. É que a Damasceno está sob "marcação cerrada"...
http://belenenses.blogspot.com
#1 | Comentado por: Luciano Rodrigues | 24 de outubro de 2005 às 21:09
A vida de treinador é assim,pois quando ganha é o melhor,quando perde tem que ser responsabilizado e custa ver que por vezes quem devia de ser chamado a pedra, era a direcção pelo plantel que fez e por vezes chamar a razão os jogadores pelo que não jogam..
Mas tambem é verdade que certos treinadores quer pelo seu perfil ou conceitos de jogo,tambem não se conseguem impor,ou transmitir algo ao clube e jogadores e sendo assim quando os resultados não vêm,alguem tem de pagar e o elo mais fraco é o treinador sem duvida..
Bem hajam
#2 | Comentado por: PEDRO SOUSA | 24 de outubro de 2005 às 21:09
As minhas apostas iam para o Norton, o José Gomes e talvez o Sousa do Rio Ave, já que perdeu uma série de bons jogadores. O José Gomes é o exemplo que o principio de Peter nem sempre é aplicável, um bom adjunto nem sempre é um bom principal. Estava muito bem no Benfica, e quer no Paços, quer em Leiria, não demosntrou nadinha.
#3 | Comentado por: Rui | 24 de outubro de 2005 às 21:09
amigos portugueses,
historicamente, qual pode ser considerada a "quarta força" do futebol português? seria o Boa Vista? quanto aos Vitórias, qual dos dois tem resultados mais significativos? ou será que nenhum dos dois?
#4 | Comentado por: Caio Maia | 24 de outubro de 2005 às 21:09
aproveitando: que memória têm das passagens de Paulo Autuori pelo futebol português?
#5 | Comentado por: Caio Maia | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Paulo Autuori aplicou a famosa táctica do pirilau quando jogava no Benfica. Tinha bigode e sotaque.
#6 | Comentado por: Pedro Santo | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Paulo Autuori aplicou a famosa táctica do pirilau quando treinava o Benfica. Tinha bigode e sotaque.
#7 | Comentado por: Pedro Santo | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Enganei-me ali, caros donos do blog. Apaguem lá aquilo, ó faz favor...
#8 | Comentado por: Pedro Santo | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Caro Caio:
A passagem de Paulo Autuori pelo futebol português teve dois momentos distintos:
1º Boas épocas quer no Vitória de Guimarães quer no Maritimo (principalmente);
2º Um desastre vergonhoso no Benfica e com jogadores miseráveis que contratou como o Jamir ou o Luis Gustavo.
#9 | Comentado por: Pedro Neto | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Caio:
Embora o Guimarães apresente por tradição um bom futebol, creio que o único troféu que ganhou foi uma Supertaça. Quanto ao Setúbal, teve uma grande equipa nos finais dos anos 60/inícios dos anos 70 (se esta não fosse a altura do grande Benfica, teria decerto ganho um campeonato), com duas vitórias na Taça, presenças bastante meritórias nas taças europeias e inclusive uma Minicopa do Mundo...mas nos últimas décadas (apesar da última Taça) tem sido um clube em declínio, cujo prestígio é claramente inferior ao do Guimarães.
...e digo isto com muita pena, porque simpatizo bastante com o Vitória de Setúbal :(
#10 | Comentado por: grim | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Pedro Neto, podias faxer u favor de me reavivar a memória desse tal Paulo Autuori?
é k o meu disco rigido apagou essa informação...
se tiveres paciencia explika a sua passagem no benfica k eu agradeço xD
#11 | Comentado por: Rionx | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Rionx, o Autuori nem terminou a época que começou no Benfica (a de 96/97, penso eu). Depois foi susbtituido pelo Manuel José (que foi despedido por ser incompetente). Ficou famosa a táctica do Pirilau. Basicamente, o Benfica jogava com quatro defesas, dois trincos (Jamir e Bruno Caires), dois médios ofensivos (Valdo e Panduru) e dois avançados (João Pinto, Hassan ou Donizete e acho que até o Martin Pringle por lá andava).
Penso que o Valdir bigode veio para a 2ª volta, mas não sei se ainda jogou com o Autuori. Bem, era um 4-2-2-2, tudo pelo centro.
Uma derrota por 5-0 na Luz com o Porto para a Supertaça terá sido o seu resultado mais escandaloso.
#12 | Comentado por: Pedro Santo | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Rionx:
Basicamente o Pedro Santo já falou no geral sobre a época do Autuori que, de facto, foi a 96/97.
Destaco ainda a quantidade de nulidades que continha o plantel da Luz nessa época:
Marinho, Tahar, Mauro Airez, Bermudez, Pedro Henriques, Jamir, Hassan, Pringle, Luiz Gustavo, o "genial" El Hadrioui mais conhecido por Roberto Carlos marroquino e o magnifico Jorge Soares. Só para falar nos mais utilizados.
O sistema era às parelhas (?!) como disse o Pedro Santo uma espécie de 4-2-2-2 com um quarteto defensivo constituido por:
Calado (Marinho), Bermúdez (Tahar), Jorge Soares e Pedro Henriques(El Hadrioui); os trincos eram Amaral e Bruno Caires (Jamir) e depois nova dupla constituida por Panduru (Iliev) e Valdo e na frente o João Pinto e o Donizete (Pringle).
ah, o GR era o fabuloso Preud'Homme um autêntico salvador da pátria face a alguns cepos aqui enunciados.
Os 5-0 na Luz seguidos de 3 desaires, 1-2 contra o Porto na Luz, 1-0 em Guimarães e 1-2 na Luz frente ao Belenenses acabaram com a carreira do brasileiro no Benfica.
Depois veio o Manuel José e chegaram alguns bons jogadores como o Valdir, o Glenn Helder (já dava pra jogar com um extremo),o Tiago (que agora tá no Boavista) e foi aproveitado o Edgar (que agora tá no Málaga) que estava na equipa B/Alverca no entanto e apesar da táctica ter mudado para 4-4-2 continuaram os péssimos resultados o que com este plantel não espanta.
Não entendo como é possível uma equipa como o Benfica ter no plantel jogadores deste nível. É por estas coisas que eu acho que o Benfica melhorou muito nestes últimos anos.
Por curiosidade, e eu também não sabia, o Benfica em 34 jornadas teve 14 árbitros da AF Porto a apitar os seus jogos. 14!! Dá que pensar.
Cumprimentos
#13 | Comentado por: Pedro Neto | 24 de outubro de 2005 às 21:09
O que eu me lembro desse El Hadrioui. Um autêntico pé frio, como dizem os brasileiros. Acho que nos primeiros 10 ou 11 jogos (por aí...) em que jogou, o Benfica perdeu sempre.
#14 | Comentado por: Pedro Santo | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Porra, esqueceram-se de relembrar aí um dos melhores jogadores dessa altura: sem dúvida de seu nome...................................................................KING!!!!! AH AH AH AH!!
#15 | Comentado por: SEMPRE PRESENTES | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Felizmente o King só jogou (?!) um ano no Benfica e não nesta época mas sim na 95/96. Foi dispensado no final da mesma.
#16 | Comentado por: Pedro Neto | 24 de outubro de 2005 às 21:09
Por falar em King, lembro-me de uma análise à sua exibição num jogo contra não sei quem que ficou 0-0. Era mais ou menos assim: "Nota: 1. Animou as bancadas com os seus pontapés-livre pela linha lateral."
#17 | Comentado por: Pedro Santo | 24 de outubro de 2005 às 21:09
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Para nós, resultou claro da conversa que tivemos com Luís Norton de Matos que este não pretendeu, objectivamente, beliscar a dignidade de todos quantos, no dia-a-dia, dão o seu melhor pelo Vitória de Setúbal. A partir deste momento, está definitivamente encerrado o tema. (Chumbita Nunes, presidente do Vitória de Setúbal)
José Gomes é o treinador da União de Leiria. Nós não somos orientados nem administrados de fora para dentro, mas sim de dentro para fora... Por isso, garanto que José Gomes é o treinador do Leiria, e não percebo porque se fala do contrário na Imprensa. (João Bartolomeu, presidente da União de Leiria)