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terça-feira, 27 setembro 2005
Mas afinal… em que ficamos meus amigos?!
Categoria: Col: Rui Melo , Sporting

José Peseiro teve ontem uma das noites mais complicadas desde que é treinador do Sporting. Já levo alguns anos de Alvalade (o XXI e o do século passado) e nunca ouvi tamanha assobiadela e vaia como aquela que ouvi ontem ao minuto 80. Quem, como eu, se abstraiu um pouco do jogo (e nem foi difícil) e observou o comportamento do técnico ao longo da partida, viu um José Peseiro agitado, exaltado e muito inquieto. Era indisfarçável que o ambiente não lhe estava a passar ao lado. Ao lado, mas do jogo, estava a passar a sua equipa.
A substituição do minuto 80 foi uma decisão corajosa, atendendo ao jogo e ao ambiente, quando tudo apontava que Pinilla (com o apoio dos adeptos) jogasse os últimos dez minutos no lugar de Liedson, esperando que o chileno, naquele curto espaço de tempo, alegrasse o jogo, marcasse um golo e justificasse a sua contratação, algo complicado quando não se joga mais de meia hora.
Da forma como estava o jogo, tirar Liedson e por Beto, mais não foi do que tentar emendar o erro crasso que foi a substituição de Luís Loureiro por Wender, aos 55 minutos. Com o Sporting a vencer, a jogar com mais um, e apenas com um jogador do V.Setúbal (Sougou) para quatro defesas leoninos, não era de espantar que Miguel Garcia desse lugar a mais um avançado. Peseiro pensou diferente e colocou Wender no lugar de Loureiro, transformando o 4-3-3 num 4-2-4, numa altura em que o meio campo sadino equilibrava as contas. Mas o treinador do Sporting não podia adivinhar que Wender fosse atrapalhar ainda mais o jogo da equipa, com os seus ataques inconsequentes e as fintas de jogador de futsal. A equipa do Sporting estava partida. Norton de Matos viu isso mesmo e refrescou a sua linha média com a entrada do “tanque” Binho para o lugar do apagado Ricardo Chaves. Estava visto que não era aos 80 minutos que o Sporting ia começar a jogar bem e deixar de parecer “uma equipa de II Divisão B”, como disse Joaquim Rita aos microfones da Antena 1. Assim, Peseiro jogou pelo seguro ao tirar a unidade atacante mais apagada – Liedson – e colocando um defesa, adiantando Polga no terreno. O Sporting terminava o jogo em sobressalto, num 4-1-4-1, após o 4-3-3 inicial e o 4-2-4 da entrada de Wender. E ai, Alvalade explodiu. O jogo de ontem provou os problemas do costume deste Sporting 2005/2006. Lentidão de processos, inexistência de linhas de passe, ausência de alguém que organize e carregue o jogo (acreditem ou não, foi Deivid que tentou essa tarefa), o atabalhoamento táctico do costume e o “receio” habitual dos últimos 20/25 minutos de jogo, em que o Sporting se amedronta e recua no terreno, mesmo que esteja a vencer e que o adversário seja fraco.
Porém, às vezes não dá para entender o adepto sportinguista. O Sporting ocupa a segunda posição, a um escasso ponto do FC Porto, sendo que os dragões recebem o Benfica daqui a duas jornadas. À 5ª jornada da temporada passada, o Sporting somava duas derrotas, dois empates, apenas uma vitória, cinco golos marcados, sete sofridos e uns escassos cinco pontos, menos sete (!!) do que nesta época. A título de curiosidade, nesta liga, o Sporting venceu nos Barreiros (onde tinha perdido por 3-0 na época transacta) e triunfou contra o V.Setúbal (empate a uma bola). Ou seja, na temporada passada, o Sporting deslumbrava, não ganhava, e os adeptos ficavam descontentes com a justificação que “jogar bem é uma mais valia, o que interessa é ganhar”. Este ano, o Sporting pratica um futebol medíocre, mas triunfador, mas os adeptos continuam descontentes. Será que os adeptos leoninos contrariam a teoria de que, em Portugal não se quer ver bons espectáculos, quer-se é que a equipa vença? Ou será que simplesmente, esses adeptos estão fartos de Peseiro?!
Eu aponto mais para a segunda hipótese. Ou vão-me dizer que o Sporting de Inácio, que se sagrou campeão em 1999/2000, jogava um futebol fantástico?!
José Peseiro é um bom treinador, é pena não ser reconhecido como tal. Contudo, tem os seus defeitos, aliados a uma capacidade imaginativa admirável (sim, estou a ser irónico). Juntando a isto, não é muito forte psicologicamente e quanto mais se mete com os jornalistas e os culpa (como na conferência de imprensa de ontem), pior será para si. E como se não bastasse, ainda tem que levar com a indisciplina de alguns atletas, ainda que essa indisciplina seja coerente no nível vocabulário. Por isso, e em relação aos adeptos, já estou como o outro: “Mas afinal… em que ficamos meus amigos?”
Publicado por Rui Melo às 01:04
Comentários
Rui,
Eu também já levo vários anos de Alvalade. Por isso, uma pergunta: é impressão minha ou o ambiente (quanto a apoio à equipa) no novo estádio é muito pior do que no antigo?
#1 | Comentado por: Pedro Batista | 24 de maio de 2009 às 20:09
Como sportinguista a tua análise faz juz à imagem que escolheste e bem para ilustrar o artigo: confuso.
Dizes que o futebol do Sporting é este ano triunfador. Não será essa conclusão tão precipitada como uma eventual "cama" a Peseiro após tão poucas jornadas? Em que te baseias? Como podes falar em futebol triunfador quando já conta com duas derrotas bem importantes (vs Udinese, falha do apuramento; vs Nacional, hipótese de comando isolado). Pouco coerente.
Depois referes que Peseiro é bom treinador para desde logo listares defeitos que o desmentem. A não ser que consideres esses defeitos coisa de somenos. Errado. Peseiro será talvez bom em questões teóricas, as tais que lhe valeram a "melhor nota do curso" (que fez com mourinho), mas como em tudo na vida Peseiro é boa prova de que "o melhor aluno da turma" é sempre um lequinhas que passa ao lado das coisas.
Peseiro é frágil. Em todos os aspectos. É frágil em algo essencial à função que ocupa: capacidade de liderança. Não tem chama, não tem carisma, não tem a decisão estampada no rosto, tão necessária a um líder que comanda gladiadores (demasiado) bem pagos e que tem que lidar no seu dia-a-dia com a viperina imprensa. O balbuciar de Peseiro na conferência de imprensa após o jogo de setúbal chega a fazer pena. Não sabe o que dizer, chora-se perante a alfinetada "liedson".
Peseiro é um teórico. Falta-lhe tudo o resto que é preciso a um treinador da era moderna, uma era em que é preciso bem mais do que teoria. É preciso dominar a práctica. É preciso saber manter os níveis de motivação e profissionalismo em profissionais de formação cultural simples. É preciso saber não só lidar como usar a imprensa. É preciso NUNCA mostrar fraqueza em público.
Peseiro é histérico no banco. Não me esquece Liedson e Roca a paternalmente acalmarem Peseiro em Alkmaar ainda na primeira parte do jogo.
Um homem destes nunca será um líder de sucesso. Não é respeitado, não gera admiração, comete erros, desmembra um balneário.
Conclusão: Respondendo à tua questão, e indo mais longe do que o próprio Peseiro a resposta é simples: as pessoas assobiaram o que assobiaram muito além do que Peseiro e a tremura explicam. As pessoas estão fartas de promessas vãs. De um "projecto" que lhes foi acenado e que não se cumpriu. O Sporting´e hoje um clube em iguais ou piores dificuldades que há 10 anos atrás, que transmite uma falsa noção de organização moderna que encapota coisas inacreditáveis, com um estádio de Reis que lhe vai custando pagar e uma equipa de pedintes que lhe custa cada vez mais montar.
O Sporting tem o treinador que merece: mediocre, simples, sem liderança, sem chama, sem rugido.
#2 | Comentado por: Mauras | 24 de maio de 2009 às 20:09
Como sportinguista a tua análise faz juz à imagem que escolheste e bem para ilustrar o artigo: confuso.
Dizes que o futebol do Sporting é este ano triunfador. Não será essa conclusão tão precipitada como uma eventual "cama" a Peseiro após tão poucas jornadas? Em que te baseias? Como podes falar em futebol triunfador quando já conta com duas derrotas bem importantes (vs Udinese, falha do apuramento; vs Nacional, hipótese de comando isolado). Pouco coerente.
Depois referes que Peseiro é bom treinador para desde logo listares defeitos que o desmentem. A não ser que consideres esses defeitos coisa de somenos. Errado. Peseiro será talvez bom em questões teóricas, as tais que lhe valeram a "melhor nota do curso" (que fez com mourinho), mas como em tudo na vida Peseiro é boa prova de que "o melhor aluno da turma" é sempre um lequinhas que passa ao lado das coisas.
Peseiro é frágil. Em todos os aspectos. É frágil em algo essencial à função que ocupa: capacidade de liderança. Não tem chama, não tem carisma, não tem a decisão estampada no rosto, tão necessária a um líder que comanda gladiadores (demasiado) bem pagos e que tem que lidar no seu dia-a-dia com a viperina imprensa. O balbuciar de Peseiro na conferência de imprensa após o jogo de setúbal chega a fazer pena. Não sabe o que dizer, chora-se perante a alfinetada "liedson".
Peseiro é um teórico. Falta-lhe tudo o resto que é preciso a um treinador da era moderna, uma era em que é preciso bem mais do que teoria. É preciso dominar a práctica. É preciso saber manter os níveis de motivação e profissionalismo em profissionais de formação cultural simples. É preciso saber não só lidar como usar a imprensa. É preciso NUNCA mostrar fraqueza em público.
Peseiro é histérico no banco. Não me esquece Liedson e Roca a paternalmente acalmarem Peseiro em Alkmaar ainda na primeira parte do jogo.
Um homem destes nunca será um líder de sucesso. Não é respeitado, não gera admiração, comete erros, desmembra um balneário.
Conclusão: Respondendo à tua questão, e indo mais longe do que o próprio Peseiro a resposta é simples: as pessoas assobiaram o que assobiaram muito além do que Peseiro e a tremura explicam. As pessoas estão fartas de promessas vãs. De um "projecto" que lhes foi acenado e que não se cumpriu. O Sporting´e hoje um clube em iguais ou piores dificuldades que há 10 anos atrás, que transmite uma falsa noção de organização moderna que encapota coisas inacreditáveis, com um estádio de Reis que lhe vai custando pagar e uma equipa de pedintes que lhe custa cada vez mais montar.
O Sporting tem o treinador que merece: mediocre, simples, sem liderança, sem chama, sem rugido.
#3 | Comentado por: Mauras | 24 de maio de 2009 às 20:09
Como sportinguista a tua análise faz juz à imagem que escolheste e bem para ilustrar o artigo: confuso.
Dizes que o futebol do Sporting é este ano triunfador. Não será essa conclusão tão precipitada como uma eventual "cama" a Peseiro após tão poucas jornadas? Em que te baseias? Como podes falar em futebol triunfador quando já conta com duas derrotas bem importantes (vs Udinese, falha do apuramento; vs Nacional, hipótese de comando isolado). Pouco coerente.
Depois referes que Peseiro é bom treinador para desde logo listares defeitos que o desmentem. A não ser que consideres esses defeitos coisa de somenos. Errado. Peseiro será talvez bom em questões teóricas, as tais que lhe valeram a "melhor nota do curso" (que fez com mourinho), mas como em tudo na vida Peseiro é boa prova de que "o melhor aluno da turma" é sempre um lequinhas que passa ao lado das coisas.
Peseiro é frágil. Em todos os aspectos. É frágil em algo essencial à função que ocupa: capacidade de liderança. Não tem chama, não tem carisma, não tem a decisão estampada no rosto, tão necessária a um líder que comanda gladiadores (demasiado) bem pagos e que tem que lidar no seu dia-a-dia com a viperina imprensa. O balbuciar de Peseiro na conferência de imprensa após o jogo de setúbal chega a fazer pena. Não sabe o que dizer, chora-se perante a alfinetada "liedson".
Peseiro é um teórico. Falta-lhe tudo o resto que é preciso a um treinador da era moderna, uma era em que é preciso bem mais do que teoria. É preciso dominar a práctica. É preciso saber manter os níveis de motivação e profissionalismo em profissionais de formação cultural simples. É preciso saber não só lidar como usar a imprensa. É preciso NUNCA mostrar fraqueza em público.
Peseiro é histérico no banco. Não me esquece Liedson e Roca a paternalmente acalmarem Peseiro em Alkmaar ainda na primeira parte do jogo.
Um homem destes nunca será um líder de sucesso. Não é respeitado, não gera admiração, comete erros, desmembra um balneário.
Conclusão: Respondendo à tua questão, e indo mais longe do que o próprio Peseiro a resposta é simples: as pessoas assobiaram o que assobiaram muito além do que Peseiro e a tremura explicam. As pessoas estão fartas de promessas vãs. De um "projecto" que lhes foi acenado e que não se cumpriu. O Sporting´e hoje um clube em iguais ou piores dificuldades que há 10 anos atrás, que transmite uma falsa noção de organização moderna que encapota coisas inacreditáveis, com um estádio de Reis que lhe vai custando pagar e uma equipa de pedintes que lhe custa cada vez mais montar.
O Sporting tem o treinador que merece: mediocre, simples, sem liderança, sem chama, sem rugido.
#4 | Comentado por: Mauras | 24 de maio de 2009 às 20:09
Acho que há uma diferença fundamental entre este ano e o anterior.
Ao contrário do que diz o Rui Melo, por esta altura no ano passado o futebol jogado pelo Sporting estava longe de deslumbrar. Isso começou a acontecer por volta de 1/3 do campeonato. A questão era que o Peseiro tinha acabado de chegar e estava a construir uma equipa. Para isso é preciso tempo, e foi por isso que teve alguma benevolência dos adeptos.
Este ano a equipa já está feita, com um ou outro ajuste como em todas as equipas, e é por isso que os adeptos já não são benevolentes.
Eu, que nem sou sportinguista, passo-me sempre com este tipo de cobardias injustificadas: em casa, a ganhar, perante um Setúbal reduzido a 10 e perfeitamente inofensivo... tira um avançado e mete um defesa?
Puxava as orelhas a 2 avançados e pedia-lhes para ajudarem no meio campo, seria mais que suficiente. Podia até avançar um defesa para o meio campo, já que eles lá atrás estavam entretidos a marcarem-se uns aos outros... Agora, acobardar-se desta forma é quase uma desonra.
#5 | Comentado por: Jorge Coelho (jcoelho) | 24 de maio de 2009 às 20:09
Rui,
A questão é simples. É que no ano passado, o Sporting jogava bem mas não era competitivo; ao passo que este ano nem joga bem nem é competitivo.
Vivemos -- ou tentam fazer-nos viver -- numa grande falácia: que ganhar por 1-0 é «ser pragmático». É «à Mourinho». Não, não é. Porque o Mourinho ganha 1-0, é certo, mas a sua equipa domina e controla o jogo. Ao passo que o Sporting ganha 1-0 nem controlando nem muito menos dominando o jogo.
Anteontem não houve assobios porque estava 1-0; nem se assobiava porque o Sporting preferia dominar calmamente o jogo em vez de arriscar. Houve assobios porque o Sporting foi manifestamente incapaz de, contra uma equipa que jogou mais de uma hora com menos um jogador, fazer mais coisas para além daquele golo do Deivid.
#6 | Comentado por: Tiago Alte | 24 de maio de 2009 às 20:09
Rui,
Dito ainda de uma maneira mais simples: os críticos protestam contra o estilo de jogo do Mourinho porque é excessivamente eficaz. Porque é um tédio ver um jogo do Chelsea. O adepto do Chelsea vê a sua equipa marcar um golo e sabe que o jogo morreu aí: vai esperar calmamente que os 90 minutos cheguem ao fim, sem que haja mais novidades. Tudo em domínio; nada de espectáculo.
Ora, ao adepto do Sporting acontece tudo menos o tédio: o adepto do Sporting tem o coração na boca mesmo a jogar em casa, ganhando, contra uma equipa com menos um jogador e com salários em atraso. Tem sempre a viva sensação que pode perder o jogo; que está a andar sobre uma fina película de gelo pronta a quebrar.
Rui, tomara a nós entediarmo-nos!
PS - Cabe recomendar a José Peseiro que procure aconselhamento especializado relativamente ao assunto José Mourinho: a necessidade de aprovação, o mimetismo, o despeito pelo não reconhecimento - parece ser já um caso do foro clínico.
#7 | Comentado por: Tiago Alte | 24 de maio de 2009 às 20:09
Concordo com o Tiago... os assobios apareceram porque os jogadores do Sporting pareciam que estavam a fazer um frete.
Marcar e a seguir dominar o jogo, é inteligente... é preciso ser muito bom para conseguir fazer isso.
O que o Sporting fez foi marcar um golo e esperar que o Setubal nada fizesse... e não fez. Mas isto não acontece muitas vezes. E o treinador devia perceber isso.
Mas como já alguém disse Peseiro não é um lider... pode ser um gajo porreiro, mas para ter a equipa na mão precisa de ser um lider.
#8 | Comentado por: vsnunes | 24 de maio de 2009 às 20:09
O Vitoria não existiu em Alvalade e ou muito me engano mas o Norton de Matos não dura 1/3 de campeonato à frente daquela equipa. Mais um treinador que vive de louros que não se sabe bem de onde vieram. Mais um Treinador que tem de ir para a rua. Ainda por cima falou na conferência de imprensa como se tivesse ganho o jogo de banco imperialmente. Se no Sporting o jogo de banco foi mau o que se pode dizer do Vitoria, anedotico. Vendo que aos jogadores do Sporting nem lhes apetecia ganhar muito, ele podia no meu entender fazer muito mais. Mas não, foi mais um daqueles jogos em que o Treinador no fim diz 'A equipa esteve muito bem, teve espirito de sacrificio e assim vamos conseguir os nossos objectivos desta época.', isto meus senhores é areia para os olhos da pessoas. O Sporting devia ter ganho por muitos, devia ter envergonhado o Vitoria, e não o fez por culpa dos jogadores. Não se perde em poucos meses o automatismos que se ganharam da ultima epoca sem mais nem menos. Alias se assim fosse acho que o golo de Deivid nem devia ter existido. Não cobrem ao Moutinho mais do que ele anda a fazer, ele tem 18 (17?) anos de idade.
#9 | Comentado por: Ricardo Wiggy Gomes | 24 de maio de 2009 às 20:09
mas afinal.... onde ficamos meus amigos???
alguns analisam bem o problema e borram depois a pintura toda.....
#10 | Comentado por: PEDRO SOUSA | 24 de maio de 2009 às 20:09
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