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sexta-feira, 16 junho 2006

Uma Selecção à Porto

Categoria: Col: Luís Gomes , Mundial 2006 , Selecções Nacionais

Se havia dúvidas, nos últimos dois dias dissiparam-se, Scolari emulou o modelo de liderança e motivação do F.C. Porto. Fechou um círculo defensivo do grupo, quase tribal, e quem não está lá dentro pressupõem-se que esteja de fora. Ao mínimo indício confirma-se a suspeita e cataloga-se como inimigo.
Cada critica a um elemento do conjunto é encarada como um ataque ao todo. Cada um defende o todo e o todo defende cada um.
Chegou a vez dos capitães falarem… e falaram. Fizeram o que seria coerente neste contexto e deram o corpo às balas pelo ‘xéfi’. Mais do que concordar, (e eu sou críticos dos críticos de Scolari), acho que o ataque aos críticos só serve o propósito de unir contra o inimigo comum. É difícil gostar desta postura, como é difícil aceitar os black-outs do F.C. Porto. Mas não foi esse um factor decisivo das vitórias do clube do Norte? Não se adaptou Mourinho a essa cultura e interpretou-a até às últimas consequências (e sucessos)?

Abaixo do Sargentão, estão 3 Tenentes que comandam as nossas tropas na Alemanha. Se podem dizer que Costinha deve ‘o favor’ da convocação (já li isso escrito), Figo ou Pauleta nada devem. Figo regressaria à Selecção quando quisesse, com qualquer Seleccionador.

Entre a necessária defesa do grupo saíram declarações complicadas, de quem tem condições para saber, de facto e in loco, o que se passou nos últimos anos na Selecção. Condições e capacidade de análise para saber o que causou os problemas que conhecemos. Conhecemos apenas de forma truncada e sempre mal explicada, intuíndo-se os detalhes pelo resultado final.
Dizer que a Selecção dá 10 ou 20 passos para trás se Scolari sair é duro.
Dizer que se Scolari tivesse chegado mais cedo muitas coisas se teriam evitado é muito duro.
Dizer que os clubes deixaram de mandar na Selecção é complicado.

Humberto Coelho já reagiu e bem. Elogiou o espírito de grupo e negou que no seu tempo de Seleccionador os clubes mandassem em coisa alguma. Ficou-lhe bem.

Eu acho que tudo isto nos deveria fazer pensar um pouco. Parece que do aquilo que é superficial e do que são as capacidades técnicas de Scolari, a ‘inovação’ que trouxe foi muito mais além do plano técnico, táctico ou de selecção de jogadores.

Já li comentários que Costinha, ao dizer que os clubes deixaram de mandar na Selecção, disse aquilo que todos sabem mas que ninguém tinha coragem de vocalizar. Há semana e meia, na Sic Noticias, ouvi Rui Santos falar do lobby liderado pelo F.C. Porto que tentaria a colocação de Agostinho Oliveira como Seleccionador Nacional.
Será que isto funciona mesmo assim? Acho que é tempo de concentrar pensamentos nos Oitavos de Final e deixar esta discussão para depois do Mundial.

Publicado por Luis Gomes às 13:13

Comentários

Não me parece que esta seja a única receita para o sucesso.

De facto, ouvindo Figo ontem, reconheço-o como um homem inteligente e que sabe muitissimo bem aquilo que quer dizer e aquilo que deve ou não passar para além do grupo, surpreende-me esta lógica que foi caracterizada pelo Luis Gomes e que corresponde áquilo que nos é mostrado.

Julgo que não necessitava a NOSSA Selecção Nacional desta lógica tão tribal (como identifica e bem o Luís Gomes), porque ela me parece anti-natura.

Há críticas ridiculas:
- a rábula Quaresma, pela sua veemencia e não por se concordar ou não com as convocatórias
- a temperatura em Évora
- nº de jogadores do FCP convocados, etc...

Agora, existem situações que são alvo de crítica, de reparo, em suma de serem racionalmente opináveis, porque estamos a falar de um acontecimento público e com o qual muitos de nós nos identificamos - A nossa selecção num campeonato do Mundo de futebol!

O que me parece mal por parte do Luís Figo, é a criação da imagem de insubstituivel de Scolari à frente da selecção, a ideia de quem critica é um sabotador e traidor da pátria.

Dá a entender que se Scolari mandasse o "lápis azul" riscaria ainda muita linha que se tem escrito sobre a nossa campanha e essa não pode ser a ideia duma representação de um país que se quer livre e descomplexado.

Essa posição do Figo surpreende-me, a defesa cega do técnico parece-me exagerada o que me deixa algumas suspeitas sobre o que efectivamente se passa dentro das paredes dum hotel em Marienfeld, será que o Scolari, para além de instituir as rezas no balneário, ridiculo num país laico e que defende a liberdade religiosa de qualquer cidadão, também institui sessões de "lavagem cerebral" nas horas vagas?
O que eu quero é uma grande equipa de futebol que dignifique o meu país e que me dê alegrias, naquela que é a minha primeira equipa e aquela por quem eu sofro como por nenhum clube sofreria.
O que eu não quero é uma seita de elementos que "dão a vida" por um líder espiritual e não dão por uma causa chamada selecção nacional.

Espero que esta minha suspeita seja só isso mesmo, um equivoco e uma errada interpretação.

Para acabar, mais duas coisas:

- dizer que espero muito que a selecção chegue sem sobressaltos aos 1/8 de final, por Portugal e não contra ninguém, essa seria uma lógica errada e mediocre.

- Scolari disse a um orgão de comunicação social, julgo eu, brasileiro, que Portugal tem perdido sempre nos jogos de estreia de fases finais, falando do Euro'2000. Essa situação é falsa, como todos nós sabemos, no dia 12 de Junho de 2000 Portugal fez um jogo épico vencendo 3-2 a Inglaterra, com uma equipa que até à data (não falo de 66, porque não era nascido) fez a campanha mais convicente de Portugal em fases finais, superior ao Euro'2004. Esta mentira de Scolari é demonstrativa da sua tentativa de adulterar a memória das pessoas, possivelmente com o intuito de criar a imagem de que antes de Scolari a selecção não existia e que o pós-Scolari é a única coisa que se aproveita em termos de Selecção Nacional. Se conseguiu passar esta ideia aos jogadores, lamento, pelo respeito intelectual que tenho por eles, quanto aos 10 milhões que não estão em Marienfeld, espero que não vão nesta do salvador à boa imagem do renovado cinema Império, agora inclusivé já sem o bife à Império, até esse património já nos tiraram...

p.s. Scolari tem coisas muito positivas e que são de enaltecer! o que não me parece aceitável é esta receita instituida de que para o sucesso da equipa é necessário criar esta lógica de seita o que torna o ruido na comunicação demasiado poluidor e que nos tira a clarividência!

Cumprimentos e muita força para a nossa rapaziada!

Grande abraço para a malta amiga que foi ontem e hoje para Frankfurt! Pelo que me disseram ontem à noite, Frankfurt parecia Portugal!

#1 | Comentado por: Pedro_1970 | 13 de agosto de 2006 às 17:31

Caro Pedro_1970

Como o Pedro disse e bem, há criticas ridículas.
O facto da selecção rezar no balneário ser errado porque estamos num país laico é uma delas (desculpe-me dizê-lo), se não vejamos; o facto do país ser laico não quer dizer que não tenha uma maioria religiosa (e de matriz cristã), o facto de o estado - politicamente - se distinguir da igreja, concedendo liberdade de credo a todos, não invalida a existência dessa maioria.
Os jogadores são religiosos (a maioria se não todos, benzem-se antes de entrar no campo e/ou depois de marcar um golo) e o facto de rezarem dá-lhes um momento de grupo, de união.
A reza em si para si não é importante, mas para eles é e para o espirito de equipa também... faz-nos diferença? a mim nenhuma, mas a eles sim.

Quanto ao que disse sobre a atitude de Scolari relativamente às críticas que lhe têm sido feitas também não posso concordar consigo, pelo menos em absoluto. O Scolari ao longo dos anos que tem estado na selecção tem evitado responder directamente às críticas, normalmente remete-se para um silêncio arrogante e responde com resultados (bem bons por sinal). Mas todos sabemos que é uma farsa, é óbvio que ele se incomoda com isso, prova disso é a entrevista que ele deu aos brasileiros (que eu li na Trivela mas não sei se foi directamente a eles).
Ora nesta fase (já no mundial) as críticas não podem afectar nem o treinador nem, mais importante, os jogadores. Se para que isso não aconteça é preciso que se viva um espirito tribal, que seja. Já vimos que esse espirito tribal é meio caminho andado para um espirito de grupo blindado. Numa alcateia há sempre o ómega e o alfa, se o alfa for incontestado (scolari) e o ómega estiver fora do grupo (críticos) tanto melhor, só há aspectos positivos dentro do grupo e este une-se contra o ómega. Irracionalmente? talvez. Empolando demasiado a importância de Scolari? Também. Fazendo demasiadas e fortes criticas à selecção sem ele (quando Scolari não só não é a federação como não vai ficar para sempre)? Sim acho que foram longe demais.
Se me importo? nada! Desde que o espirito de grupo se mantenha e os níveis de confiança subam em vez de descer eu, pelo menos, fico contente.
E não, não me parece que o Scolari ande a fazer lavagens cerebrais, o que ele fez foi dizer aos jogadores que a equipa é mais importante que o indivíduo e que por isso, quer seja verdade ou não, o grupo tem sempre razão.
Quer que os jogadores mantenham a clarividência para quê? Para criticar as opções do treinador? Para que cada um reme para o seu lado? Todos sabemos que os jogadores são pessoas inteligentes (a maioria pelo menos) e pensam por si próprios, mas em campo e em estágio a equipa tem que pensar como uma só. Imagine se um violista parasse para pensar na indicação que o maestro deu? Não não é lavagem cerebral, é a maneira como as coisas correm melhor, tanto numa orquestra como numa equipa de futebol.

Um abraço

Força Portugal!!

#2 | Comentado por: amj | 13 de agosto de 2006 às 17:31

Caro Pedro_1970

Como o Pedro disse e bem, há criticas ridículas.
O facto da selecção rezar no balneário ser errado porque estamos num país laico é uma delas (desculpe-me dizê-lo), se não vejamos; o facto do país ser laico não quer dizer que não tenha uma maioria religiosa (e de matriz cristã), o facto de o estado - politicamente - se distinguir da igreja, concedendo liberdade de credo a todos, não invalida a existência dessa maioria.
Os jogadores são religiosos (a maioria se não todos, benzem-se antes de entrar no campo e/ou depois de marcar um golo) e o facto de rezarem dá-lhes um momento de grupo, de união.
A reza em si para si não é importante, mas para eles é e para o espirito de equipa também... faz-nos diferença? a mim nenhuma, mas a eles sim.

Quanto ao que disse sobre a atitude de Scolari relativamente às críticas que lhe têm sido feitas também não posso concordar consigo, pelo menos em absoluto. O Scolari ao longo dos anos que tem estado na selecção tem evitado responder directamente às críticas, normalmente remete-se para um silêncio arrogante e responde com resultados (bem bons por sinal). Mas todos sabemos que é uma farsa, é óbvio que ele se incomoda com isso, prova disso é a entrevista que ele deu aos brasileiros (que eu li na Trivela mas não sei se foi directamente a eles).
Ora nesta fase (já no mundial) as críticas não podem afectar nem o treinador nem, mais importante, os jogadores. Se para que isso não aconteça é preciso que se viva um espirito tribal, que seja. Já vimos que esse espirito tribal é meio caminho andado para um espirito de grupo blindado. Numa alcateia há sempre o ómega e o alfa, se o alfa for incontestado (scolari) e o ómega estiver fora do grupo (críticos) tanto melhor, só há aspectos positivos dentro do grupo e este une-se contra o ómega. Irracionalmente? talvez. Empolando demasiado a importância de Scolari? Também. Fazendo demasiadas e fortes criticas à selecção sem ele (quando Scolari não só não é a federação como não vai ficar para sempre)? Sim acho que foram longe demais.
Se me importo? nada! Desde que o espirito de grupo se mantenha e os níveis de confiança subam em vez de descer eu, pelo menos, fico contente.
E não, não me parece que o Scolari ande a fazer lavagens cerebrais, o que ele fez foi dizer aos jogadores que a equipa é mais importante que o indivíduo e que por isso, quer seja verdade ou não, o grupo tem sempre razão.
Quer que os jogadores mantenham a clarividência para quê? Para criticar as opções do treinador? Para que cada um reme para o seu lado? Todos sabemos que os jogadores são pessoas inteligentes (a maioria pelo menos) e pensam por si próprios, mas em campo e em estágio a equipa tem que pensar como uma só. Imagine se um violista parasse para pensar na indicação que o maestro deu? Não não é lavagem cerebral, é a maneira como as coisas correm melhor, tanto numa orquestra como numa equipa de futebol.

Um abraço

Força Portugal!!

#3 | Comentado por: amj | 13 de agosto de 2006 às 17:31

O senhor Scolari sempre que se vê aflito recorre logo aqueles jogadores que foram campeões pelo FCP, aquela equipa do Mourinho, por isso esta equipa que vai defrontar o Irão não é a equipa do Scolari é a do Mourinho, a do Scolári jogou contra Angola e fêz aquela abertura do europeu no Dragão. Este ano vêem-se menos bandeiras de Portugal nas janelas porque será? Eu até tenho uma em casa daquelas com castelos, cláro que não é Chinêsa mas é para pôr á janela só em dias especiais, como por exemplo no dia que o Scolári for embora. É preciso alguém esplicar ao Figo que há alturas em que devêmos dar vinte pássos atrás para depois darmos trinta em frente, mas eu compreêndo o Figo e o Costinha, eles estão em dívida para com o Scolári, um porque renunciou á selecção e depois arrependeu-se e o outro estáva á meio ano parado e lá está ele no Mundial,esperem para ver que ainda nos vamos rir muito.

#4 | Comentado por: rukavila | 13 de agosto de 2006 às 17:31

O senhor Scolari sempre que se vê aflito recorre logo aqueles jogadores que foram campeões pelo FCP, aquela equipa do Mourinho, por isso esta equipa que vai defrontar o Irão não é a equipa do Scolari é a do Mourinho, a do Scolári jogou contra Angola e fêz aquela abertura do europeu no Dragão. Este ano vêem-se menos bandeiras de Portugal nas janelas porque será? Eu até tenho uma em casa daquelas com castelos, cláro que não é Chinêsa mas é para pôr á janela só em dias especiais, como por exemplo no dia que o Scolári for embora. É preciso alguém esplicar ao Figo que há alturas em que devêmos dar vinte pássos atrás para depois darmos trinta em frente, mas eu compreêndo o Figo e o Costinha, eles estão em dívida para com o Scolári, um porque renunciou á selecção e depois arrependeu-se e o outro estáva á meio ano parado e lá está ele no Mundial,esperem para ver que ainda nos vamos rir muito.

#5 | Comentado por: rukavila | 13 de agosto de 2006 às 17:31

O senhor Scolari sempre que se vê aflito recorre logo aqueles jogadores que foram campeões pelo FCP, aquela equipa do Mourinho, por isso esta equipa que vai defrontar o Irão não é a equipa do Scolari é a do Mourinho, a do Scolári jogou contra Angola e fêz aquela abertura do europeu no Dragão. Este ano vêem-se menos bandeiras de Portugal nas janelas porque será? Eu até tenho uma em casa daquelas com castelos, cláro que não é Chinêsa mas é para pôr á janela só em dias especiais, como por exemplo no dia que o Scolári for embora. É preciso alguém esplicar ao Figo que há alturas em que devêmos dar vinte pássos atrás para depois darmos trinta em frente, mas eu compreêndo o Figo e o Costinha, eles estão em dívida para com o Scolári, um porque renunciou á selecção e depois arrependeu-se e o outro estáva á meio ano parado e lá está ele no Mundial,esperem para ver que ainda nos vamos rir muito.

#6 | Comentado por: rukavila | 13 de agosto de 2006 às 17:31

Não há que perder muito tempo com algumas coisas menores, nesta altura o importante é a qualidade que a nossa equipa apresenta, mas para esclarecer o amj, que não entendeu ou não quis entender algumas ideias que referi:

Como se calcula, ninguém aqui falou das crenças dos jogadores ou do treinador, estou-me completamente nas tintas, como é evidente. O que aqui foi dito e não, por algum motivo, percebido, foi o acto de Scolari "instituir" a reza de balneário, apenas isso, tal como não sou adepto do muito pouco democrático voto com braço no ar em orgãos deliberativos. Falar dessa questão apenas serviu para suportar alguns factos que são verificáveis a quem está de fora e no âmbito do post de Luis Gomes.

As metodologias sobre implementação de espírito de grupo existem, estão nos livros e eu como cidadão posso considerar anti-natura a selecção nacional entrar por esta logica instituida por este treinador, apelidada de tribal pelo Luis Gomes e com a qual eu concordo. Tentei falar de questões comportamenais com as quais eu não concordo nem têm muito a ver com o espirito de selecção, sublinho, na minha opinião.

Quanto ao AMG, tenho esperança em que saberá futuraente ler melhor e interpretar melhor os comments, antes de os apelidar seja do que fôr.

É que em momento algum se critica o credo de cada jogador, apenas se fala do principio da institucionalização de determinadas práticas que podem parecer perfeitamente inocentes, mas que são iguais à logica do voto no ar, apenas isso.

Era perfeitamente escusado o enquadramento da nossa vertente católica apostolica romana.
Quanto ao "ridiculo" da critica, podia aceitar, se ali estivesse alguma critica, como ninguém criticou as convicções religiosas seja de quem fôr, fico-me simplesmente com a esperança de que o amj um dia saiba ler os comments...

#7 | Comentado por: Pedro_1970 | 13 de agosto de 2006 às 17:31

Caro Pedro,

Se acha que não criticou a "reza" então não percebo porque as apelidou de ridiculas. Eu nunca disse que as rezas eram fundamentais, eu só disse que elas podem fazer sentido para os jogadores e como forma de os unir antes de sair para o jogo.

Desculpe se o ofendi quando disse que a sua critica às rezas foi ridicula (porque foi esse o nome que lhe chamou e no meu dicionário, chamar ridiculo a algo é uma critica - o que me parece que o Pedro concorda dado o seu óbvio ressentimento face ao meu comentário).

Como não desenvolveu a análise do meu comentário no que respeita à necessidade de um espirito de grupo que não seja afectado pelas críticas de terceiros não vou maçá-lo com a repetição dos mesmos.

Se, mais uma vez, considera que não criticou as "rezas", mesmo tendo as apelidado de ridiculas, então eu retiro a minha consideração sobre essas não-critica, caso contrário, desculpe-me mas parece-me um destaque infeliz. Quanto ao enquadramento que fiz que considerou escusado, só o fiz porque o Pedro resolveu chamar à colação o facto do estado ser laico, e apenas pretendi realçar o facto de o Estado, o País e o futebol serem coisas muito distintas.

e por favor, não se ofenda, não foi a intenção.

Um abraço.

#8 | Comentado por: amj | 13 de agosto de 2006 às 17:31

10 passos atrás! 20 passos atrás! 30 passos atrás , digo eu!

A minha única crítica ao grupo que está na Alemanha centra-se no facto de darem valor às críticas. Não há dúvida que são 4 ou 5, o Scolari já tinha dito o que havia para dizer. Não é preciso bater mais. Os factos dão-lhes razão. Então não se viu q o México goleou Angola?

Scolari não é insubstituível, mas porquê trocar o certo pelo incerto? Porquê entregar novamente a selecção aos Tugas (que não Mourinho)?

Humberto disse q não sofreu pressões? Pois, então que diga porque deixou a Selecção.

Queremos voltar ao tempo em que a Selecção é o Globos D'Ouro do futebol tuga?

#9 | Comentado por: Johnny Rook | 13 de agosto de 2006 às 17:31

rukavila: quando o Scolari foi campeao pelo Brasil em 2003, tambem usou a equipa do Porto e do Mourinho?

#10 | Comentado por: Escolari | 13 de agosto de 2006 às 17:31

rukavila: quando o Scolari foi campeao pelo Brasil em 2002, tambem usou a equipa do Porto e do Mourinho?

#11 | Comentado por: Escolari | 13 de agosto de 2006 às 17:31

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